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A cirurgia robótica oferece uma série de benefícios em comparação com a cirurgia convencional, incluindo:
Precisão e destreza: Os sistemas robóticos podem realizar movimentos precisos e delicados, permitindo uma manipulação mais refinada dos tecidos e estruturas internas.
Visão tridimensional: A câmera de alta definição oferece uma visão tridimensional detalhada do local da cirurgia, permitindo uma melhor visualização e orientação durante o procedimento.
Menor trauma: A cirurgia robótica é minimamente invasiva, o que significa que os cortes são menores e os danos aos tecidos circundantes são reduzidos, resultando em menos dor, sangramento e tempo de recuperação para o paciente.
Recuperação mais rápida: Devido ao menor trauma e à precisão dos movimentos, os pacientes geralmente se recuperam mais rapidamente após a cirurgia robótica e podem retornar às suas atividades normais mais cedo.
A cirurgia robótica oferece uma série de benefícios em comparação com a cirurgia convencional, incluindo:
Precisão e destreza: Os sistemas robóticos podem realizar movimentos precisos e delicados, permitindo uma manipulação mais refinada dos tecidos e estruturas internas.
Visão tridimensional: A câmera de alta definição oferece uma visão tridimensional detalhada do local da cirurgia, permitindo uma melhor visualização e orientação durante o procedimento.
Menor trauma: A cirurgia robótica é minimamente invasiva, o que significa que os cortes são menores e os danos aos tecidos circundantes são reduzidos, resultando em menos dor, sangramento e tempo de recuperação para o paciente.
Recuperação mais rápida: Devido ao menor trauma e à precisão dos movimentos, os pacientes geralmente se recuperam mais rapidamente após a cirurgia robótica e podem retornar às suas atividades normais mais cedo.
A cirurgia de hemorroidas, também conhecida como hemorroidectomia, é um procedimento cirúrgico realizado para tratar hemorroidas que não respondem ao tratamento conservador ou que são graves o suficiente para causar desconforto significativo ao paciente. Hemorroidas são veias dilatadas e inchadas no reto e no ânus que podem causar sintomas como dor, coceira, sangramento e desconforto durante a evacuação.
Existem diverssas opções terpêuticas cirurgicas para hemorroidas incluem:
Hemorroidectomia convencional: Remoção cirúrgica das hemorroidas, internas ou externas, através de incisões na região anal.
Ligadura elástica: Colocação de um pequeno anel de borracha na base da hemorroida para cortar o suprimento de sangue, levando à sua queda.
Coagulação a laser ou infravermelho: Utilização de feixes de luz laser ou infravermelha para coagular o tecido da hemorroida, causando sua diminuição e resolução dos sintomas.
Essas cirurgias visam aliviar os sintomas das hemorroidas, como dor, coceira, sangramento e desconforto durante a evacuação, proporcionando alívio ao paciente. O tipo de cirurgia recomendado depende do tipo e da gravidade das hemorroidas, bem como das preferências do paciente e do médico.
A cirurgia de fístula anal, também conhecida como fistulotomia ou fistulectomia, é um procedimento cirúrgico realizado para tratar uma fístula anal. Uma fístula anal é uma conexão anormal que se forma entre o canal anal ou reto e a pele ao redor do ânus.
Durante o procedimento, o cirurgião faz uma incisão na pele perto do ânus para acessar a fístula. Em seguida, a fístula é cuidadosamente aberta e limpa para permitir a drenagem adequada de pus e fluidos. Dependendo da extensão e complexidade da fístula, pode ser necessário realizar uma excisão adicional do tecido afetado. Em alguns casos, enxertos de tecido podem ser utilizados para ajudar na cicatrização e prevenir a recorrência da fístula.
A cirurgia de fístula anal é geralmente realizada sob anestesia geral ou local, e os pacientes podem ser liberados no mesmo dia ou permanecer no hospital por um curto período de tempo, dependendo da extensão do procedimento e da recuperação pós-operatória. A maioria dos pacientes experimenta alívio dos sintomas após a cirurgia, embora possa ser necessário um acompanhamento médico para garantir uma cicatrização completa e prevenir complicações.
A cirurgia de cisto pilonidal é um procedimento cirúrgico realizado para tratar um cisto pilonidal, que é uma condição médica na qual um pequeno buraco ou cisto se forma na pele na região próxima ao cóccix, geralmente no sulco entre as nádegas.
O cisto pilonidal ocorre quando os folículos pilosos ficam obstruídos por pelos e sujeira, levando à formação de um cisto ou abscesso na pele. Esta condição pode causar sintomas como dor, inchaço, vermelhidão e drenagem de pus ou sangue na área afetada.
A escolha da técnica cirúrgica depende da gravidade do cisto pilonidal, da presença de complicações e das preferências do paciente e do cirurgião. Em alguns casos, pode ser necessária uma abordagem combinada ou múltiplas cirurgias para tratar completamente o cisto pilonidal e prevenir recorrências. É importante discutir as opções de tratamento com um médico para determinar a melhor abordagem para cada caso individual.
A cirurgia de fissura anal é um procedimento realizado para tratar uma fissura anal crônica que não responde ao tratamento conservador. Uma fissura anal é uma pequena ferida ou corte no revestimento do canal anal, geralmente causada por passagem de fezes duras e traumatizantes durante a evacuação. Quando a fissura se torna crônica e não cicatriza, pode causar dor intensa durante e após a evacuação, além de sangramento.
Durante a cirurgia de fissura anal, o objetivo principal é aliviar a pressão sobre a fissura e promover a cicatrização. Existem várias técnicas cirúrgicas disponíveis para tratar a fissura anal, incluindo:
Esfincterotomia interna: Neste procedimento, o cirurgião faz um pequeno corte no esfíncter anal interno para relaxar o músculo e aliviar a pressão sobre a fissura. Isso pode ajudar a promover a cicatrização e reduzir a dor durante a evacuação.
Cirurgia a laser: Algumas técnicas cirúrgicas utilizam laser para cortar e remover o tecido ao redor da fissura, promovendo a cicatrização.
Injeção de toxina botulínica: Em alguns casos, a toxina botulínica pode ser injetada no esfíncter anal interno para relaxar o músculo e reduzir a pressão sobre a fissura. Isso pode ajudar a aliviar a dor e promover a cicatrização.
O tempo de recuperação varia dependendo do tipo de procedimento realizado, mas muitos pacientes experimentam alívio dos sintomas após a cirurgia e podem retornar às atividades normais em poucos dias.
A cirurgia de pedra na vesícula, também conhecida como colecistectomia, é um procedimento cirúrgico realizado para remover a vesícula biliar quando ela contém pedras ou cálculos biliares que causam sintomas ou complicações. As pedras na vesícula são depósitos sólidos que se formam dentro da vesícula biliar devido ao acúmulo de bile, um líquido digestivo produzido pelo fígado.
Na cirurgia laparoscópica, também conhecida popularmente como cirurgia a laser, são feitas várias pequenas incisões no abdome, através das quais o cirurgião insere um laparoscópio, um instrumento com uma pequena câmera na ponta, e outros instrumentos cirúrgicos. A vesícula biliar é então removida através das incisões, sem a necessidade de uma grande abertura abdominal. A cirurgia laparoscópica geralmente resulta em menos dor pós-operatória, tempo de recuperação mais rápido e menor tempo de internação hospitalar em comparação com a cirurgia aberta.
A endometriose profunda é caracterizada por nódulos de endometriose que penetram profundamente nos tecidos pélvicos, causando dor intensa, cicatrizes e aderências que podem afetar a função normal dos órgãos afetados.
A cirurgia para endometriose profunda pode ser realizada por meio de diferentes técnicas, dependendo da localização e da extensão dos nódulos de endometriose.
Algumas das técnicas cirúrgicas comuns incluem:
Ressecção ou excisão: Neste procedimento, os nódulos de endometriose são removidos cirurgicamente dos tecidos circundantes. Esta abordagem visa remover todo o tecido endometriótico afetado para aliviar os sintomas e prevenir a recorrência da endometriose.
Laparoscopia: A laparoscopia é frequentemente usada para diagnosticar e tratar a endometriose profunda.
Cirurgia de ressecção de órgãos afetados: Em casos graves de endometriose profunda que afetam órgãos como o intestino ou a bexiga, pode ser necessária a remoção parcial ou completa desses órgãos afetados para aliviar os sintomas e prevenir complicações.
A cirurgia oncológica colorretal é um tipo de procedimento cirúrgico realizado para tratar o câncer colorretal, que afeta o cólon (intestino grosso) e/ou o reto. É parte integrante do tratamento do câncer colorretal, e seu objetivo principal é remover o tumor maligno e qualquer tecido circundante que possa estar afetado pela doença.
A cirurgia oncológica colorretal pode ser realizada com diferentes objetivos, dependendo do estágio e da localização do câncer, bem como da condição geral do paciente. Alguns dos procedimentos comuns incluem:
Ressecção local: Neste procedimento, apenas o tumor e uma pequena quantidade de tecido circundante são removidos. É geralmente reservado para tumores pequenos e localizados.
Ressecção segmentar: Esta é uma cirurgia mais extensa, na qual uma parte do cólon ou do reto contendo o tumor é removida. A cirurgia pode incluir a remoção de uma parte do cólon (colectomia) ou do reto (rectectomia).
Ressecção total do cólon ou do reto: Em alguns casos, especialmente quando o câncer está avançado ou envolve todo o cólon ou o reto, pode ser necessária a remoção completa do cólon (colectomia total) ou do reto (proctocolectomia).
Linfadenectomia: Durante a cirurgia, os linfonodos próximos ao tumor são frequentemente removidos para avaliar se o câncer se espalhou para além do local original.
Dependendo da extensão do câncer e da saúde geral do paciente, a cirurgia pode ser realizada por meio de uma laparotomia (cirurgia aberta) ou laparoscopia ou robótica (cirurgia minimamente invasiva) . Em alguns casos, a cirurgia pode ser combinada com outros tratamentos, como quimioterapia, radioterapia ou terapia-alvo, para melhorar os resultados e reduzir o risco de recorrência do câncer.
O objetivo final da cirurgia oncológica colorretal é remover o câncer de forma eficaz, preservar a função intestinal e melhorar a qualidade de vida do paciente.
A cirurgia de hérnias abdominais é um procedimento cirúrgico realizado para reparar uma hérnia que ocorre quando um órgão ou tecido protrai através de uma abertura fraca na parede muscular abdominal. As hérnias abdominais podem ocorrer em várias áreas, incluindo a região inguinal (hérnia inguinal), a área umbilical (hérnia umbilical), a linha média da parede abdominal (hérnia epigástrica) e outras áreas.
O objetivo da cirurgia de hérnias abdominais é fortalecer a parede abdominal enfraquecida e fechar a abertura através da qual o tecido herniado se protrui. Existem várias técnicas cirúrgicas para reparar hérnias abdominais, incluindo:
Reparo aberto: Neste procedimento, o cirurgião faz uma incisão na área da hérnia e empurra o tecido herniado de volta para dentro da cavidade abdominal. Em seguida, a abertura na parede abdominal é fechada com suturas, e pode ser reforçada com o uso de uma tela ou malha cirúrgica para fortalecer a área enfraquecida.
Reparo laparoscópico ou robótico: Na cirurgia laparoscópica, são feitas várias pequenas incisões na parede abdominal através das quais um laparoscópio (um tubo fino com uma câmera na ponta) e instrumentos cirúrgicos são inseridos. O cirurgião realiza o reparo da hérnia usando imagens transmitidas pelo laparoscópio ou através de braços robóticos, o que pode resultar em tempos de recuperação mais curtos e menor desconforto pós-operatório em comparação com a cirurgia aberta.
O tipo específico de cirurgia de hérnia abdominal recomendado depende do tamanho e da localização da hérnia, das condições médicas subjacentes do paciente e das preferências do cirurgião. Em geral, a cirurgia de hérnia abdominal é considerada segura e eficaz, com baixas taxas de complicações e uma alta taxa de sucesso na prevenção da recorrência da hérnia. No entanto, como em qualquer procedimento cirúrgico, existem riscos potenciais associados, incluindo infecção, sangramento e lesão de órgãos adjacentes. É importante discutir os benefícios, riscos e opções de tratamento com um médico especializado em cirurgia de hérnia antes de tomar uma decisão sobre o tratamento.
A doença de Crohn é uma doença inflamatória crônica do trato gastrointestinal que pode afetar qualquer parte do sistema digestivo, desde a boca até o ânus.
A doença de Crohn é caracterizada por inflamação persistente do revestimento do trato gastrointestinal, que pode resultar em sintomas como dor abdominal, diarreia, perda de peso, fadiga, sangramento retal, febre e, em casos graves, complicações como estenose intestinal, fístulas e abscessos.
As causas exatas da doença de Crohn não são completamente compreendidas, mas acredita-se que envolvam uma combinação de fatores genéticos, ambientais e imunológicos. Pessoas com histórico familiar de doenças inflamatórias intestinais têm um risco aumentado de desenvolver a doença de Crohn, assim como fatores como tabagismo, dieta e microbiota intestinal podem desempenhar um papel na sua ocorrência.
O diagnóstico da doença de Crohn geralmente envolve uma combinação de exames clínicos, como histórico médico detalhado, exame físico, exames de sangue, colonoscopia, sigmoidoscopia, radiografia do trato gastrointestinal, tomografia computadorizada (TC) e/ou ressonância magnética (RM). Estes exames ajudam a avaliar o grau de inflamação, identificar complicações e determinar o melhor plano de tratamento.
O tratamento da doença de Crohn visa controlar os sintomas, induzir e manter a remissão e prevenir complicações. Isso geralmente envolve uma combinação de medicamentos, como anti-inflamatórios, corticosteroides, imunomoduladores, biológicos e terapias direcionadas, além de mudanças na dieta e estilo de vida. Em casos graves ou complicados, a cirurgia pode ser necessária para remover partes do intestino afetadas ou tratar complicações como fístulas ou abscessos.
A doença de Crohn é uma condição crônica que pode ter um impacto significativo na qualidade de vida, exigindo cuidados contínuos e monitoramento médico regular. O manejo bem-sucedido da doença geralmente envolve uma abordagem multidisciplinar, com a colaboração de gastroenterologistas, nutricionistas, cirurgiões, psicólogos e outros profissionais de saúde.
A retocolite ulcerativa (RCU) é uma doença inflamatória crônica que afeta o intestino grosso (cólon) e o reto, caracterizada por inflamação e úlceras no revestimento interno dessas áreas do trato gastrointestinal.
A causa exata da retocolite ulcerativa não é completamente compreendida, mas é provavelmente multifatorial, envolvendo uma combinação de fatores genéticos, imunológicos e ambientais.
Os sintomas da retocolite ulcerativa podem variar de leves a graves e incluem diarreia frequente, com ou sem sangue, dor abdominal, cólicas, urgência para defecar, tenesmo (sensação de esvaziamento incompleto do intestino), perda de peso, fadiga e febre. A gravidade e a extensão dos sintomas podem variar de acordo com a localização e a extensão da inflamação no cólon e no reto.
O diagnóstico da retocolite ulcerativa geralmente envolve uma combinação de exames clínicos, como histórico médico detalhado, exame físico, exames de sangue, colonoscopia, sigmoidoscopia, radiografia do trato gastrointestinal, tomografia computadorizada (TC) e/ou ressonância magnética (RM). Esses exames ajudam a avaliar o grau de inflamação, identificar complicações e determinar o melhor plano de tratamento.
O tratamento da retocolite ulcerativa visa controlar os sintomas, induzir e manter a remissão e prevenir complicações. Isso geralmente envolve uma combinação de medicamentos, como anti-inflamatórios, corticosteroides, imunomoduladores, biológicos e terapias direcionadas, além de mudanças na dieta e estilo de vida. Em casos graves ou complicados, a cirurgia pode ser necessária para remover o cólon e o reto afetados (colectomia total com ileostomia ou anastomose ileorretal) ou tratar complicações como hemorragia grave, perfuração intestinal ou câncer.
A retocolite ulcerativa é uma condição crônica que pode ter um impacto significativo na qualidade de vida, exigindo cuidados contínuos e monitoramento médico regular. O manejo bem-sucedido da doença geralmente envolve uma abordagem multidisciplinar, com a colaboração de gastroenterologistas, nutricionistas, cirurgiões, psicólogos e outros profissionais de saúde.
A cirurgia geral de urgência é um campo da medicina que lida com procedimentos cirúrgicos necessários para tratar condições agudas que representam uma emergência médica. Esses procedimentos podem envolver uma ampla gama de órgãos e sistemas do corpo e são realizados para tratar lesões traumáticas, infecções graves, sangramentos internos, obstruções intestinais, apendicite aguda, entre outras condições que requerem intervenção cirúrgica imediata para salvar vidas ou prevenir danos graves.
As cirurgias de urgência geralmente são realizadas em situações críticas, em que o atraso no tratamento cirúrgico pode resultar em complicações graves ou morte. Elas são conduzidas por cirurgiões experientes em hospitais que têm recursos e equipes preparadas para lidar com emergências médicas. As condições que podem exigir cirurgia geral de urgência incluem:
Apendicite aguda: Inflamação do apêndice que pode levar à ruptura se não for tratada rapidamente.
Peritonite: Inflamação do revestimento abdominal devido à infecção, geralmente causada por perfuração intestinal.
Hemorragia gastrointestinal: Sangramento no trato gastrointestinal que pode ser causado por úlceras, diverticulose, lesões ou outras condições.
Obstrução intestinal: Bloqueio do intestino que pode causar sintomas graves, como dor abdominal intensa, vômitos e incapacidade de passar fezes ou gases.
Trauma abdominal: Lesões traumáticas nos órgãos abdominais que podem exigir reparo cirúrgico imediato.
Colelitíase com colecistite aguda: Presença de cálculos biliares na vesícula biliar, causando inflamação aguda da vesícula biliar.
Pancreatite aguda: Inflamação aguda do pâncreas que pode ser grave e requer intervenção cirúrgica em alguns casos.
Elas podem variar em complexidade e podem exigir diferentes abordagens cirúrgicas, desde cirurgias minimamente invasivas até cirurgias abdominais abertas, dependendo da gravidade da condição e das necessidades específicas do paciente.
Após a cirurgia, os pacientes podem precisar de cuidados intensivos e monitoramento próximo para garantir uma recuperação segura. A gestão pós-operatória inclui controle da dor, prevenção de complicações, como infecção ou formação de coágulos sanguíneos, e reabilitação, conforme necessário. A cirurgia geral de urgência desempenha um papel crucial no tratamento de condições agudas que exigem intervenção cirúrgica imediata para salvar vidas e melhorar os resultados clínicos.